A Sociedade Portuguesa de Grupanálise e Psicoterapia Analítica de Grupo é uma sociedade científica sem fins lucrativos que se dedica ao estudo e desenvolvimento da Grupanálise e da Psicoterapia Analítica de Grupo com objectivos essencialmente clínicos, terapêuticos, mas também aplicada ao ensino, nas organizações e ao estudo dos processos grupais.
OBJECTIVOS
O presente módulo de ensino pretende apresentar uma introdução geral e compreensiva sobre os mais recentes dados e conhecimentos sobre o Cérebro e na sua relação enquanto sede de uma Mente debruçando-se em particular, sobre as dimensões Afetivas e Emocionais, aos diferentes níveis da Consciência e à organização das Memórias, partindo dos dados mais recentes nas diferentes áreas de investigação científica, tais como, a neuroanatomia, a neurobiologia, a psicobiologia, a biologia
evolutiva, a etologia ou ainda à investigação médica neurológica, e como podemos conceptualizar as possíveis e eventuais correspondências e correlações entre os fenómenos neurobiológicos e neurocognitivos com os fenómenos mentais e
psicológicos. Iremos debruçar-mos sobre o problema da relação Cérebro-Mente, confrontados com os mais recentes aportes sobre a evolução e desenvolvimento dos
cérebros humanos e de certos mamíferos aparentados.
Também irão ser abordadas algumas das questões, discussões e reformulações que têm sido apresentadas sobre a conceptualização metapsicológica Freudiana e pós-Freudiana em artigos e publicações no âmbito da Sociedade Internacional de Neuropsicanálise (Neuro-PSA) (www.neuro-psa.org), fundada em Londres, em Janeiro de 2000, enquanto fórum de discussão e intercâmbio entre psicanalistas e outros profissionais “psis”, tais como, neurocientistas, neurologistas, neurobiólogos, neuro-filósofos e outros investigadores, pois desde a década dos anos 90 do Século XX que ocorreu um aumento do dialogo e troca de ideias entre os neurocientistas, tais como, Eric Kandel, Oliver Turnbull, António Damásio, Jaak Panksepp, Georg Northoff, Helen Mayberg, ou Vittorio Galese e os psicanalistas como, Mark Solms, Howard Shevrin ou Maggie Zelner (Revista “Neuropsychoanalysis” fundada em 1999).
Neste módulo de ensino, nós iremos abordar, as implicações teóricas e clínicas para a prática psicanalítica e grupanalítica, em particular, sobre a importância da Comunicação (Afetiva e Inconsciente) e a interação Emocional dentro dos processos grupanalíticos, isto é, na Matriz Individual e de Grupal, nos Momentos de Encontro e
de Ressonância Emocional em Grupo, nos Processos de Identificação, Momentos Transferênciais e Contratransferênciais.
Enquanto grupanalistas e psicoterapeutas analíticos de grupo, nós procuramos compreender como os grupos terapêuticos e/ou não-terapêuticos vão gerar, criar e expressar-se através de diferentes níveis de comunicação e de relação interpessoal assim como, a nível transpessoal (campo grupal), os quais são profundamente influenciados e interdependentes das diferentes matrizes pessoais e do grupo. O autor irá partilhar convosco algumas das suas reflexões sobre as contribuições e atualizações neurocientíficas e neuro-psicanalíticas no respeitante à atual compreensão sobre o funcionamento da Mente Humana, contribuindo para uma melhor compreensão de como os processos grupais impactam as Mentes Individuais e os estilos de interação dos membros do grupo, apoiando-se em propostas e contribuições de vários autores da Neuro-Psicanálise e da Grupanálise. O grupo não passa de uma caixa de ressonância
e de amplificação das interações entre Mentes Individuais suportadas pelas intuições, deduções e aferições que cada um dos membros do grupo vai expondo nas comunicações verbais e não verbais articuladas com as capacidades individuais de sentir, empatizar, interagir e por fim, em compreender e reconhecer.
- Profissionais de Saúde e de Saúde Mental
- Profissionais de Educação
- Estudantes de Psicologia, Medicina, Enfermagem, Serviço Social, Psicomotricidade, Terapia Ocupacional, entre outros
- Profissionais da área Social e Comunitária
Data
6, 13, 20 e 27 Abril 2026
Formador
Mário David
Modalidade
Online
Informações Adicionais
Objectivos
Programa
Avaliação
Bibliografia
Certificado
Outras Informações
Objectivos
OBJECTIVOS
O presente módulo de ensino pretende apresentar uma introdução geral e compreensiva sobre os mais recentes dados e conhecimentos sobre o Cérebro e na sua relação enquanto sede de uma Mente debruçando-se em particular, sobre as dimensões Afetivas e Emocionais, aos diferentes níveis da Consciência e à organização das Memórias, partindo dos dados mais recentes nas diferentes áreas de investigação científica, tais como, a neuroanatomia, a neurobiologia, a psicobiologia, a biologia
evolutiva, a etologia ou ainda à investigação médica neurológica, e como podemos conceptualizar as possíveis e eventuais correspondências e correlações entre os fenómenos neurobiológicos e neurocognitivos com os fenómenos mentais e
psicológicos. Iremos debruçar-mos sobre o problema da relação Cérebro-Mente, confrontados com os mais recentes aportes sobre a evolução e desenvolvimento dos
cérebros humanos e de certos mamíferos aparentados.
Também irão ser abordadas algumas das questões, discussões e reformulações que têm sido apresentadas sobre a conceptualização metapsicológica Freudiana e pós-Freudiana em artigos e publicações no âmbito da Sociedade Internacional de Neuropsicanálise (Neuro-PSA) (www.neuro-psa.org), fundada em Londres, em Janeiro de 2000, enquanto fórum de discussão e intercâmbio entre psicanalistas e outros profissionais “psis”, tais como, neurocientistas, neurologistas, neurobiólogos, neuro-filósofos e outros investigadores, pois desde a década dos anos 90 do Século XX que ocorreu um aumento do dialogo e troca de ideias entre os neurocientistas, tais como, Eric Kandel, Oliver Turnbull, António Damásio, Jaak Panksepp, Georg Northoff, Helen Mayberg, ou Vittorio Galese e os psicanalistas como, Mark Solms, Howard Shevrin ou Maggie Zelner (Revista “Neuropsychoanalysis” fundada em 1999).
Neste módulo de ensino, nós iremos abordar, as implicações teóricas e clínicas para a prática psicanalítica e grupanalítica, em particular, sobre a importância da Comunicação (Afetiva e Inconsciente) e a interação Emocional dentro dos processos grupanalíticos, isto é, na Matriz Individual e de Grupal, nos Momentos de Encontro e
de Ressonância Emocional em Grupo, nos Processos de Identificação, Momentos Transferênciais e Contratransferênciais.
Enquanto grupanalistas e psicoterapeutas analíticos de grupo, nós procuramos compreender como os grupos terapêuticos e/ou não-terapêuticos vão gerar, criar e expressar-se através de diferentes níveis de comunicação e de relação interpessoal assim como, a nível transpessoal (campo grupal), os quais são profundamente influenciados e interdependentes das diferentes matrizes pessoais e do grupo. O autor irá partilhar convosco algumas das suas reflexões sobre as contribuições e atualizações neurocientíficas e neuro-psicanalíticas no respeitante à atual compreensão sobre o funcionamento da Mente Humana, contribuindo para uma melhor compreensão de como os processos grupais impactam as Mentes Individuais e os estilos de interação dos membros do grupo, apoiando-se em propostas e contribuições de vários autores da Neuro-Psicanálise e da Grupanálise. O grupo não passa de uma caixa de ressonância
e de amplificação das interações entre Mentes Individuais suportadas pelas intuições, deduções e aferições que cada um dos membros do grupo vai expondo nas comunicações verbais e não verbais articuladas com as capacidades individuais de sentir, empatizar, interagir e por fim, em compreender e reconhecer.
Programa
1ª Aula:
Alguns Dados Básicos sobre a Neuroanatomia,
Neurodinâmica e Neurobiologia do Cérebro
Anatomia Cerebral Lobos e Áreas Funcionais:
Áreas Cerebrais e as suas Conexões Neuronais: Sistema Nervoso Central, Sistema
Nervoso Periférico (Autonómico ou Vegetativo);
Córtex Cerebral e seus Lobos e Córtices;
Estruturas Corticais e Subcorticais: Pré-frontal Orbital Mediano; Córtices Somato-
Sensórios e Cingulado; Ínsula, Amígdala, Hipocampo e Hipotálamo;
Visão Atual da Neuro-Bioquímica Sinapse Neuronal: Comunicação Eletroquímica
Desenvolvimento Neuronal: Proliferação / Migração / Diferenciação / Apoptosis /
Desbaste;
Árvore Evolucionaria Unitária do Cérebro e Cérebro Triuno;
Os 4 Cérebros: Visceral, Emocional, de Associação e Cognitivo (+ 5º Cérebro: Intestinal ou Primário);
O Novo Localizacionismo Neuro-Funcional; As Áreas Recetoras e Áreas de
Processamento; Variedades de Mapas (Imagens) (A. Damásio, 2010);
Relações entre os Níveis de Processamento Emocional (J. Panksepp & L. Biven, 2012);
Proposta do Funcionamento Neuro-Dinâmico da Cérebro (Jaak Panksepp & Mark
Solms, 2012);
Sistemas Emocionais Primários (J. Panksepp, 1998); Correlações entre os Sistemas
Emocionais Primários, as respetivas Emoções Emergentes e os Quadros Psiquiátricos
(J. Panksepp, 1998, 2000);
O Papel Central na Emocionalidade Cerebral (Circuito Límbico e Amígdala;
A Consciência Afetiva e A Consciência Cognitiva;
Correlações Neuronais da Consciência (M. Solms, 2014)
Circuito do Prazer e da Recompensa e o Princípio da Homoestasia
2ª Aula
B) O Cérebro e a sua Relação com os Fenómenos da Emoção (Instintos),
as Consciências Afectiva e Cognitiva e os Sistemas de Memória
As Emoções e as suas Funções; Definição Operatória;
A Racionalidade e a Comunicação;
Expressão das Emoções: A Expressão Facial;
Emoções, Motivação, Afetos, Sentimentos, Humor: Sentimento Versus Emoção e
Emoção versus Humor;
Teorias das Emoções: T. Periferialistas; T. Behavioristas; Teorias Cognitivistas; Teorias
Psico-Evolucionistas; Teorias de Avaliação; Modelo Multidimensional de Plutchik (1980). Emoções Primárias versus Secundárias;
Os Genes e o Meio Envolvente;
As Neurociências Afetivas:
Os 7 Sistemas Operativos Emocionais (1998),
As correlações entre os 7 Sistemas Emocionais Primários e as respetivas Emoções e
Sentimentos Emergentes e os Quadros Psiquiátricos;
Proposta para uma Compreensão Neuro-Dinâmica do Cérebro/Mente; Relações entre
os Níveis de Processamento Emocional, o seu Desenvolvimento e a Maturidade
Neuronal;
O Circuito Límbico; O Papel Central na Emocionalidade Cerebral (Circuito Límbico e
Amígdala);
Proposta de Regulação Emocional pelo Sistema Vagal Encenação Corporal das
Emoções;
Córtices Primários: o Somato-Sensorial e o Motórico; Representação das Projeções nos
Córtex Primários Somato-Sensorial (A) e Motórico (B);
A Maquinaria Cerebral das Emoções (2003);
Novas Taxionomias sobre os Afetos / Emoções / Sentimentos;
Relações entre os Níveis de Processamento Emocional, o seu Desenvolvimento e a
Maturidade Neuronal e os Níveis de Controlo das Atividades Afetivo-Emocionais;
Correlações Neuronais da Consciência (2014);
A Consciência Afetiva e A Consciência Cognitiva;
Os Níveis de Autoconsciência Emocional; A Experiência Emocional e os seus Substratos
Neuronais, Organização Hierárquica; A Autoconsciência Reflexa das Sensações;
Organização das Memórias de Curto-Prazo e de Longo Prazo;
Relação entre a Experiência e a Consolidação da Memória.
Cérebro Social: Sua Definição: Interação dos Meios (Externo e Interno) com os
Processos Psicológicos;
Sistema Nervoso Central, Sistema Nervoso Periférico (Autonómico ou Vegetativo);
Organização Pré-Frontal Mediana (Estados Mentais de Auto Relacionáveis);
O Sulco Temporal Superior (Análise de Meios, Fins e Resultados);
O Córtex Frontal Inferior (Representação das Ações e das Finalidades) (1999);
Porções Anteriores e Posteriores do Córtex Cingulado (2006);
Córtex da Ínsula ou “Córtex de Integração Límbica”;
As Regiões Ativadas por Empatia com as Situações Emocionais;
A Visão: As 3 Vias do Processamento Visual;
Os Sistemas de Reconhecimento e a Expressão da Face;
A Imitação e os Neurónios de Espelhamento; Os Neurónios de Espelhamento (nos
Humanos) (Sulco Temporal Superior);
As Áreas Estimuladas após Visão de Cenas Emocionalmente Carregadas sobre cenas de
Equipas de Desporto ou Situações de Rivalidade;
As Áreas e os Circuitos Cerebrais Envolvidos na Imitação, na Ressonância e na Empatia
(2006);
Os Sistemas Regulatórios: Processos Homeostáticos, Sistema de Regulação do Estresse,
Sistema de Regulação do Medo, Sistema de Envolvimento Social;
3ª Aula
Implicações Neurocientíficas paras a Psicoterapias Individuais e Grupais:
Para uma Compreensão Científica sobre a Mente enquanto Aparelho
Mental: Uma Introdução à Neuro-Psicanálise (I)
Obras Fundamentais para o Movimento Neuro-Psicanalítico;
International Neuro-Psychoanalysis Society (N-PSA);
Os seus Congressos Anuais da Neuro-PSA;
O seu Fundador: Prof. Mark Leonard Solms;
O Método de Investigação Neuro-Psicanalítico (2000);
Quais os Fundamentos Históricos para o surgimento do Movimento Neuro-
Psicanalítico?
S. Freud: o Neurologista e o Psicanalista; A Psicanálise;
Os Antecedentes Históricos depois de Freud e Antecedentes Próximos para a Fundação da N-PSA;
Alguns Desafios e fundamentos Científicos para a Neuropsicanálise;
Os Pressupostos-Base para a Neuropsicanálise;
Quais as Finalidades do Movimento Neuropsicanalítico e (Neuro-Grupanalítico)?
A Fundamentação Científica da Psicanálise pelo Prof. Mark Solms (2017);
Novas Taxionomias sobre os Afetos / Emoções / Sentimentos; Os 7 Sistemas
Emocionais Primários (1998);
O Aparelho Mental ou Mente;
A Terapia Psicanalítica; os principais objetivos de todo o tratamento psicológico e os
resultados de Eficácia dos Processos Psicanalíticos a Longo Prazo;
Os Correlatos Anatómicos das Instâncias Metapsicológicas dos Modelo Clássico da
Mente de S. Freud (2013, 2020)
Proposta do “O Projeto para uma Psicologia Científica” (S. Freud, 1895/1968);
Mapa Funcional das Principais Áreas Cerebrais (M. Solms, 2013, 2020);
Esquema Funcional do Aparelho Psíquico Freudiano Atualizado por Mark Solms (2020);
4ª Aula
Uma Hipótese Explicativa sobre o funcionamento dos grupos:
Contribuições da Neuro Psicanálise e das Neurociências Afetivas
Como Podemos Pensar os Processos de Grupo? Definições;
O que se passa nos Grupos Psicoterapêuticos de Inspiração Grupanalítica?
a) As Comunicações de Conteúdos Explícitos e Conscientes (verbais ou não verbais);
B) As Comunicações implícitas ou fora do campo da consciência psicológica.
O que é o Cérebro/Mente de acordo com a Visão Neurocientífica?
O que é o Cérebro? Uma Síntese Muito Geral;
1) Realiza toda a espécie de processamentos de informação; 2) Elabora
constantemente Previsões e Estimativas e avalia Níveis de Incerteza e de Erro
que vão surgindo; 3) Realiza as melhores Aferições e Correções necessárias com a finalidade de apurar as melhores Escolhas;
A maioria dos processos mentais funciona a nível não-consciente; O Cérebro
procura acima de tudo uma Alostase dos seus processos mentais;
A Mente é “the “Being" of the Brain” (M. Solms, 1997, 2013; 2021)
Em função dos Níveis Fundamentais da Consciência, existem três diferentes Formas deComunicação entre os Cérebros:
A) Um nível inconsciente de comunicação de cariz automático, pulsional e afetivo,
através de módulos de comunicação não-verbal;
B) Um outro nível de comunicação de nível pré-consciente de natureza essencialmente
emocional, baseado na atividade percetiva das funções sensoriais da visão, da audição,
do tato e das sensações interoceptivas corporais;
C) Um outro nível de comunicação baseado em estados de consciência alargada e autorreflexiva.
Três níveis de Processamento de Informação:
1) Um Nível de Processamento Primário da Natureza Afetiva,
2) Um Nível Secundário de Tipo Aprendizagem;
3) Um Nível de Processos Terciários das funções da Autoconsciência Cognitiva;
Todos estes três níveis de processamento da informação são influenciados direta e
indiretamente, uns pelos outros, de forma circular e retroativa; Estas informações
possuem entre si certos atributos de agência e de valência de natureza afetiva.
Para que serve a Atividade Mental?
A atividade mental surge como um sistema de regulação intrínseca ao funcionamento
cerebral complementada por informação prévia de situações passadas e de respostas
testadas que estão guardadas nas variadas memórias de curto-prazo e de longo-prazo
e ainda com os registos afetivos das representações das experiências anteriores.
O que é Pensar?
Pensar é pretender resolver todo o tipo de incongruências, contradições, incertezas e
erros que estão sendo gerados em cada momento na nossa Mente
Os Dois Níveis de Processamento Mental
1) Um Nível Primário ou Nível Inconsciente Funcional ou Dinâmico;
2) Um Nível Secundário suportado por sinais verbais, conceitos simbólicos e
abstrações, correspondente aos Níveis Pré-conscientes / Conscientes.
Modelo (Neuro)Psicanalítico sobre o Ato de Pensar
O ato de pensar advém do chamado “trabalho do Ego” sobre as informações que vão
emergindo a partir do nível inconsciente funcional ou dinâmico sempre que ocorre
uma qualquer reformulação (correção) ou uma redução do sistema defensivo (barreira
defensiva).
Assim, o Ego tenta dar respostas/soluções a essas exigências básicas seguindo alguns
princípios, tal como a regulação dos níveis de prazer/desprazer com a finalidade de
atingir e manter a homeostasia nesse mesmo “Aparelho Psíquico” ou “Psyché”. (M.
Solms, 2013, 2015)
O que são os Pensamentos segundo o Modelo Psicanalítico?
Os Pensamentos derivam de toda a espécie de representações, perceções ou
tendências à ação, sendo condicionados pela atividade dos mecanismos de defesa e,
em simultâneo, por outros processos mentais que vão sendo revelados através da
atividade dos sonhos (onírica), de toda a espécie de fantasias sem fim ou por outras
formas de sentir cujas origens serão primárias e não acessíveis à consciência reflexiva.
A Instância Social do Modelo Grupanalítico “NOS”;
Dois Princípios Principais de Organização Mental:
1) Um "Princípio da Realidade" (S. Freud, 1895);
2) Um "Princípio do Prazer-Desprazer" ou "Princípio da Homeostase" (A. Damásio,
2010; M. Solms, 2015).
O Nosso Cérebro/Mente é Eminentemente um Cérebro Social
Uma Neurobiologia Interpessoal (L. Cozolino, 2006);
Os Sentimentos Sociais;
As Regiões Ativadas por Empatia com as Situações Emocionais;
A Empatia, a Intuição e os Sentimentos Sociais;
O que acontece quando Nós estamos em situação de Grupo?
Dois Princípios Organizadores do Comportamento Social:
1) Um "Princípio da Semelhança” ou “Princípio da Ajuda Mútua" e
2) um "Princípio de Divergência”;
Como Comunicamos em Situação de Grupo?
Podemos reconhecer três Dimensões distintas nas Dinâmicas de Comunicação.
1) As Comunicações Explícitas Conscientes Verbais e não-Verbais);
2) As Comunicações Implícitas, principalmente Inconscientes, de Natureza Afetiva e
Instintiva; 3) As Comunicações Interpessoais e Transpessoais.
Como os Grupanalistas entendem o Funcionamento Mental dentro dos Grupos?
1) Um Nível Atual; 2) Um Nível Transferencial;
3) Um Nível Projetivo de Imagens Mentais e Incorporadas;
4) Um Nível de Interação Interpessoal e Transpessoal;
5) Um Nível Primordial.
Considerações Finais.
Avaliação
Apresentação de trabalhos de reflexão sobre os temas do programa.
Bibliografia
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Certificado
Formação certificada pela DGERT.
- O formando poderá obter um certificado mediante presença na totalidade das sessões e realização de um trabalho de reflexão final a entregar ao formador no prazo de até um mês após a data final do curso.
Outras Informações
Esta formação não habilita à prática de Grupanálise, Psicoterapia Analítica de Grupo.
Para mais informações sobre a formação para Grupanalista ou Psicoterapeuta Analítico de Grupo, consulte www.grupanalise.pt.
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